1 é pouco, 2 é bom, 3 é demais, 4 é nhé e 5 é um reboot


Meu povo, minha pova. Aqui é o amado Oitavo Anão e em ano de Terminator Genisys, porque não falar sobre a quadrilogia do ser cibertrônico com exterior orgânico – ou algo do tipo – mais amado de todos, Exterminador do Futuro. 

A série de filmes que prometeu muito, cumpriu e depois exagerou, despensa apresentações. Estrelada pelo grande Arnold, não é aquele “baixinho” – mais alto que eu, provavelmente -, engraçado do Gary Coleman não, mas sim Arnold “Strong” Schwarznegger, o eterno Hércules em Nova Iorque, o cara que sabe fazer filme anos 80 (FILME ANOS 80, s. m. Tiro, porrada e bomba. fil.me.a.nos.8.0). Gosto desse cara, não sei se é o sotaque de robô enferrujado, o modo como ele recarrega uma arma ou se é só porque temos, pelo menos tinha quando ele era mais novo, o mesmo shape – é o que dizem, não sou eu que vou discordar - .


EXTERMINADOR DO FUTURO 1


Exterminador do Futuro

Para quem não é desse mundo e não sabe do que se trata esse filme aí vai um pequeno resumo. Em futuro não tão distante – na verdade para gente já virou passado -, as máquinas se rebelam contra os humanos, mas uma organização rebelde tenta evitar, de todas as maneiras, que elas assumam por completo o controle da Terra. A Resistência, como é chamada essa organização, é liderada por John Connor. Dessa maneira, a Skynet – como se fosse a Umbrella Corporation, mas ao invés de zumbis o que se tem são robôs, mais precisamente exterminadores (terminators) – para evitar que a resistência consiga ganhar essa guerra envia um de seus terminators, o T800, para matar, exterminar Sarah Connor, mãe do futuro líder da Resistência, ainda não nascido. Em sua contraparte, Kyle Reese, um oficial da resistência, é enviado para protegê-la.

Esse filme conseguiu introduzir uma nova sequência de filmes, ou seja, cria todo um ambiente, apresenta toda uma nova história, contexto para ser abordado mais para frente, mas sem deixar pontas soltas. Enfim, se você quer fazer um filme de porradaria e ficção científica, é só chamar James Cameron.

Trailer:



EXTERMINADOR DO FUTURO 2: O Julgamento Final


Exterminador do Futuro


O que falar desse filme sensacional?!? Claro, esse filme é sensacional. Como toda trilogia de filmes, os próximos filmes sempre têm que trazer algo novo, algo que surpreenda, mas sem apagar o que já foi feito, ou seja, tomar cuidado com possíveis contradições. E esse filme consegue fazer tudo isso. Ele sem dúvida supera o primeiro filme, tanto que ganhou 4 Oscar’s, tem um vilão incrível (dá um certo de medo, não em mim claro, porque eu sou um anão que não teme nem a própria morte, mas me contaram que teve gente com medo dele, principalmente com a corridinha de Tom Cruise desesperado e o olhar de psicopata), um herói que cativa – essa palavra não cai bem, principalmente para um anão másculo e viril como eu, mas que cativa, cativa -, uma história interessante e um final emocionante.

Para as pessoas com probleminhas, dessa vez a Skynet envia um exterminador mais desenvolvido, o T1000, para o serviço de matar John Connor (dessa vez ele já nasceu e já está crescido e rebelde). A Resistência, por outro lado, envia um Arnold, digo um T800, com o objetivo de proteger o rebelde sem causa, mais conhecido como John. Porém, Sarah Connor não está satisfeita em apenas sobreviver, ela quer ver sangue. Brincadeira, ela quer evitar com que toda essa rebelião ocorra, ou seja, ela quer evitar o Dia do Julgamento Final (The Judgement Day).

Esse é só mais um fator que torna o filme tão interessante como ele é. O filme possui dois plots (sobreviver ao T1000 e destruir a Cyberdyne Systems, futura desenvolvedora da Skynet) sem separar um do outro ou fazer confusão como acontece em muitos filmes – não estou aqui para citar nomes, mas um tal de Mad Max 3 é um bom exemplo de como perder o foco do filme, pelo menos é o que eu fiquei sabendo -.

O filme encerra com um textinho emocionante, mas uma frase em especial, que nos próximos filmes da série vai ser novamente citada, que resume bem o conceito dos filmes Exterminador do Futuro: “There is no fate but what we make for ourselves...” (não há destino, mas o que fazemos para nós mesmos). Esse é o grande conceito por trás, a ideia que o futuro não está escrito, nós podemos mudar a qualquer momento - como diria uma criança cheia de esperança, depende de nós -. E essa não é só uma ideia dos humanos, uma vez que a Skynet manda os exterminadores para o passado para tentar mudar o futuro. Enfim, essa frase encerra com chave de ouro esse filme.

Trailer:



Momento FIKDIK: Se nenhum robô veio do futuro para matar você ou sua mãe, você não é tão importante quanto imaginava. Eu sei, isso é um choque, você precisa de um tempo para poder digerir essa bomba, eu te entendo, parcialmente, porque você pode até não ser importante, mas eu sou importante sim.


EXTERMINADOR DO FUTURO 3: A Rebelião das Máquinas


Exterminador do Futuro


Agora que a brincadeira começa. Tirem as crianças da sala. Para evitar o uso de palavras de baixo calão, uma vez que sou um anão que veio de origem nobre, tem sangue azul correndo nas veias, e evitar falar que esse filme conseguiu fazer certas coisas feias com a franquia, vou apenas dizer que conseguiram acertar dejetos fecais no ventilador.

Primeiro vou falar os prós do filme, para não ficar parecendo que eu só vou falar mal. Pró número 1, o Arnold aparece e está muito maneiro. Como está ficando meio estranho eu ficar falando toda hora do Arnold, o pró número 2 vai para o improvement que deram no T1000 e gerou esse TX, no mínimo interessante. Funcionalmente falando, o T1000 é mil vezes melhor (não foi proposital kkkkk), mas a evolução no exterior orgânico dos exterminadores é válido de se ressaltar. O pró número 3 é... é..., deixe-me ver... Ahhhhhh... Lembrei. Não tem mais prós.

Então, vamos falar mal agora – disse ele com um meio sorriso diabólico, quase se semelhando ao vilão conhecido como Grinch -. Por que eu não gosto desse filme? Saudades da Linda Hamilton? Talvez. Então saudades do James Cameron? Um pouquinho, mas isso não vem ao caso. O que realmente me incomodou nesse filme, ao meu ver, foi uma série de fatores, mas o principal foi falhar miseravelmente como sequência de um dos melhores filmes de ação já feitos.

Começando pelo erro mais grave, abandonar o pilar da franquia do “There is no fate but what we make  for ourselves”, já discutido mais acima.  Esse terceiro filme vem com uma ideia, que para mim vai totalmente contra a ideia lançada pelo meu querido amigo James, de que o destino já está escrito, não se pode alterá-lo, apenas postergá-lo. Não é que eu seja contra essa ideia, pelo contrário, cabe até uma discussão, mas ela vai contra as premissas do filme 1 e 2, uma vez que, como já fora falado, até a Skynet envia seus robôs para o passado de modo a evitar que John Connor vença a guerra, ou seja, até a Skynet acredita que o destino não está escrito, e que é possível alterá-lo. 

Não querendo ser muito malvado não, mas como anão, nós somos criados para lutar sempre que for necessário, somos guerreiros (pelo menos éramos), protegemos nosso reino com nossas vidas se for preciso, e ver esse John Connor tão bundão (desculpe, estou muito irritado) assim, me deixa envergonhado. O John Connor de “13” anos (10 ou 13, nunca saberemos) daria uma surra nesse John Connor velho. Sinceramente, ele pegaria pela camisa, o traria para baixo, olharia no fundo dos olhos e daria um tapa na cara dele e falaria um forte e sonoro "Pede pra sair".

Resumindo, como sequência de Exterminador 2 esperávamos algo surpreendente, mas a gente acaba encontrando a mesma fórmula já usada, mas com uma vilã que eu gosto de definir como “bonitinha mas ordinária” (com todo o respeito, mas apesar da beleza, ela é uma vilã bem mais fraca do que os outros dois relativamente falando) e um discurso que acaba indo contra a principal premissa dos primeiros filmes. Enfim, era melhor ter ficado sem essa.

Making-of:



P.S.: Nem 1997, nem 2004 e muito menos 2012. Isso mesmo. Como vocês puderam ver o Judgment Day das máquinas ainda não chegou, e vocês devem estar se perguntando o porquê. Eu explico. Como eu já falei, eu sou especial, eu sou importante. Como eu sei disso? HA – disse com um meio sorriso no rosto -, robôs já tentaram me matar. Mas isso é outra história que eu conto outra hora.


EXTERMINADOR DO FUTURO 4: A Salvação


Exterminador do Futuro


Como o próprio título do filme diz, ele veio com uma missão: salvar a franquia depois do último. Resultado, antes não ter sido feito. Terminator 4 tem suas peculiaridades, que fazem desse um filme mais interessante do que o anterior. Época diferente, trama diferente, nada mais de exterminadores vindo do futuro, John Connor fugindo. Dessa vez, a história se passa no futuro, Connor é líder d’A Resistência, cidades não existem mais e a Skynet tem robôs espalhados por todas as partes.

Ao contrário do terceiro filme, ele tenta inovar, sair da mesmisse, mostrando uma nova era. Porém, o filme parece mais um spin-off de um personagem muito mal aproveitado, incoerente e que não encaixa bem na “época” da trama. A ideia do personagem é muito interessante, mas só no papel, que pena. Na prática, ele consegue até tirar o papel de herói das mão de John Connor, algo que aos meus olhos não deveria acontecer, afinal é o John F...ing Connor.

Trailer:




P.S.: No futuro parece que a segurança não é muito o forte das pessoas, e nem dos robôs, porque entrar e sair do “quartel” da Skynet e d’A Resistência é mais fácil do que roubar doce de elfo. Vergonha! 20 anos de curso e me apronta uma dessa.


EXTERMINADOR DO FUTURO 5: Gênesis


Exterminador do Futuro


Desse quinto reboot, digo filme, só posso dizer o que eu espero e o que eu acho que vai acontecer. Depois de ver o trailer, ler algumas coisas relacionadas, eu realmente esperaria um filme abordando bastante o conceito de viagem no tempo, paradoxos temporais, linhas do tempo paralelas e porque não voltar a abordar a famosa frase que eu amo de novo (para quem não leu mais acima, a frase citada é “There is no fate, but what we make for ourselves”).  Mas voltando a realidade...

A meu ver, parece que tentaram usar a mesma fórmula usada nos dois primeiros filmes, mas tirando um pouco do Arnold do posto de “protagonista”  e deixando mais para a Sarah Connor. Será que isso vai prestar? Usar a mesma fórmula dos 2 primeiros, mas tirar o foco do Arnold? O.o. Sei lá. O Arnold parece ser usado mais como alívio cômico do que salvador. Enfim, eu espero sinceramente que o filme funcione e seja no mínimo muito bom, vou, como todo bom nerd, ficar esperando pelo melhor de uma das franquias mais amadas por nós.

Trailer:




Se você curte alguma série, filme ou HQ e quer que eu fale a respeito, ou quer saber antes de perder seu tempo, vá se catar, porque meu tempo é mais precioso que o seu. XD Brincadeira, ou não O.o ?!  É só deixar nos comentários que eu posso eventualmente pensar a respeito de ler o seu comentário e então deliberar se eu faço ou não um post sobre o tema proposto por você, blz?! XD Até mais, ou não. Afinal, nunca se sabe, né?! Dê um joinha, compartilhe, deixe seu comentário aqui ou na página do Facebook e tente ficar vivo até domingo que vem.

Comentários